Escrevo poemas.
Espeto palavras
vivas como borboletas batendo asas
na palidez generosa dessas páginas em branco.
Posso sentir-lhes a vida
o sangue pulsando em cada vírgula,
as lágrimas dos temíveis pontos finais.
Palavras as tenho como o ar que respiro.
Ah, mas que falta me fazem as melodias!
domingo, 8 de março de 2009
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