domingo, 8 de março de 2009

Lupina

Nos teus olhos
- escuros como a noite que vimos dormir pra que viesse o Sol -
me perco.

Não conheço teus caminhos,
e por isso ando em círculos como um animal ferido.

Quem dera tivesse o brilho capaz de acender estrelas!

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