O vento me chama pra andar
soprando ares do mundo
meus pés semeiam desenhos
no pó das terras em que me planto.
Nessas noites férteis, essa lua nova
abro meu peito e fecho meus olhos
para que esse deus que mora em mim
descanse e pouse em verde morada.
Como a mulher e a paz
como um pássaro cruzando marés
o tempo adormece em sua cama de bronze
e a manhã renasce colorida de pensamentos.
Colhendo maduros meus sonhos
Recolho o escuro da noite sem medo
Pois sem espanto e sem nuvens
o sol habita em segredo meus campos.
terça-feira, 5 de maio de 2009
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