"Procurando a figura sentada a espera
Espreito pelos montes, pelos vales
Reviro as árvores de todo e qualquer quintal:
não sei qual pode ser tua tão verde morada.
Entre os passos, entre os prantos, entres os teus cantos
minha pena se move em círculos pelas linhas já tão longas
que em infinitos minuanos sopram versos pelos ares do sul.
Que esses ventos me carreguem pra dentro da tua retina
e que se façam imagens, miragens, vertigens lunares
e que ao ouvir o som surdo do toque
tu venha dos sonhos e cantando me embale..."
segunda-feira, 18 de maio de 2009
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