Dormindo além da tua pele
Encontrei a mim repetidamente sonhando vertigens
Usando o devaneio como um refúgio breve
Me vi resquício de poeta
A assoprar as brasas de uma fogueira que só ardeu internamente...
Impulsionando a manhã
Acordando o canto, o riso, o corpo
E colhendo no caminho toda gota que destilas
Ponte cruzando a avalanche
Te cruzei açoitando os cavalos do meu pensamento
E chegando aos desejados campos não soube como me domar
Traçando o caminho da volta
Desvanecendo na mente a argila que te gerou o corpo
Me sonho novamente cruzando ladeiras nas terras de outros
A semente me fez flor por esses caminhos que me repartiram
Doce como o vinho que bebi no remanso dos teus lábios
E descobri que em mim te desejar é instinto.
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário