Caí a meus pés
covarde venci aquela que era vencida
triste
por nunca ter sido preciso lutar a não ser com eles
dorida da alma
com marcas do que a noite trouxe a galope
prescruto
os ares do mundo onde moram meus demônios
paro cansada
olho amarga ao longe aqueles que fiz sofrer
e não sei onde vai dar
o imenso abismo que se fez dentro de mim.
terça-feira, 5 de maio de 2009
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