Estou triste...
Não de uma tristeza bucólica
como a dos árcades e seus amores eternos.
Triste da tristeza que fere,
dilacera.
Lateja no peito
e se tivesse voz teria a força de um tufão.
A injustiça e a hipocrisia me saltam aos olhos
E nada faço.
Também eu fui envenenado
pelo mal do mundo.
quarta-feira, 11 de março de 2009
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